O mercado imobiliário após o impeachment

  12 de Maio de 2016    


Após mais de vinte horas de sessão, o plenário do Senado votou nesta quinta-feira dia 12 de maio pelo afastamento da presidente Dilma Rousseff. Agora ela será afastada por até 180 dias e Michel Temer passa a ser o novo presidente da república. Muito mais do que uma decisão política, este resultado influencia diretamente a política brasileira que vem sofrendo com a instabilidade do cenário político dos últimos tempos. Com o mercado imobiliário não é diferente.


O crédito está escasso, os juros altos, o câmbio oscilando junto com a Bolsa de Valores. A valorização e desvalorização do Real frente ao dólar, inclusive, tem mostrado a influência das decisões políticas nas questões econômicas do Brasil. Na última sexta-feira, com aprovação pela comissão especial do Senado que analisou o processo de impeachment do parecer do relator Antonio Anastasia o dólar recuou 1,04% fechando a R$ 3,503. Já nesta segunda-feira, com a notícia que o presidente interino da Câmara, Waldir Maranhão, anulou a votação de impeachment, a cotação chegou a bater a cima dos R$ 3,60.


O que podemos ver é que em todo momento até então em que o cenário apontou na direção do impeachment, o mercado acabou reagindo de forma positiva. E agora isso é uma realidade.


E assim é a expectativa dos especialistas do mercado imobiliário. Existe uma perspectiva de melhora dos resultados ainda em 2016. Essa melhora deve ganhar força com a retomada da confiança. Existe também perspectiva que o dólar se desvalorize, que os juros caiam, que a inflação fique mais estável implicando numa ampliação de crédito.


Todos esses indicadores influenciam diretamente no mercado imobiliário, melhorando a economia, passando mais segurança para as incorporadoras e dando melhores perspectivas para quem deseja comprar ou investir em um imóvel. Para se ter uma idéia, o preço dos imóveis subiu apenas 0,53% nos últimos 12 meses até março, segundo o Índice FipeZap. O aumento ficou muito abaixo da inflação medida pelo IPCA, que foi de 9,5% no período, de acordo com o Banco Central. Descontando a inflação, houve queda real dos preços de 8,10%.


De qualquer forma, ainda neste momento, quem está com o poder da barganha é o comprador, já que a demanda está muito baixa.


Basta esperar um pouco para encontrar preços e condições melhores para negociação. A tendência é que este comportamento mude com um eventual aquecimento do mercado.

Duas coisas são certas:

1 - O governo Temer terá muito trabalho pela frente.
2 - Os profissionais do mercado imobiliário que estiverem prontos para um reaquecimento do mercado, certamente sairão na frente.

Por isso recomendamos fortemente que todas imobiliárias e corretores de imóvel estejam com suas estratégias de marketing bem definidas e prontos para receber novos clientes.

É claro que não podemos deixar de comentar que estar com um site atualizado e integrado com portais imobiliários é fundamental par quem deseja estar no grupo dos que sairão na frente.
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