Financiamento imobiliário inadimplência sobe 54% em um ano

  01 de Junho de 2016    

Com o avanço do desemprego, inflação ainda alta e júros nas alturas, está difícil para muita gente fechar as contas no fim do mês.


Sendo assim, muita gente não está conseguindo pagar em dia as prestações da cada própria, sendo que esta é a última conta que as pessoas deixam de pagar, ou seja, é a última conta a se abrir mão.


Para se ter uma idéia, o número de imóveis retomados e levados a leilão pela Caixa Econômica Federal, que é o maior controlador de crédito imobiliário no país, subiu mais de 50% no ano passado. Só em 2015 foram mais de treze mil unidades ofertadas em leilão por falta de pagamento das prestações do financiamento imobiliário representando uma alta de 54% em relação ao ano anterior.



Segundo a Caixa Econômica Federal, em cinco anos o aumento da inadimplência foi de 93%, ou seja, quase dobrou.


Com três parcelas em atraso, a pessoa que financiou o imóvel é notificada e se não pagar o que deve, perde o bem financiado pelo sistema financeiro da habitação. O SFH financia imóveis de até R$750mil em São Paulo por exemplo. Para outros tipos de financiamento, o período pode chegar a quinze dias. Passado o período com a dívida em aberto, o imóvel se torna propriedade do banco e segue para leilão. O valor obtido servirá para pagar a dívida com o banco e o restante é devolvido para quem pegou o crédito imobiliário.


Ao fazer um financiamento imobiliário, muitos fazem uma dívida de trinta anos e trinta anos num país emergente com o Brasil é muito tempo, onde já é muito difícil prever o quanto se estará ganhando em cinco anos.


Com base nesses fatos, especialistas recomandam as pessoas pagarem aluguel e economizar a diferença para parcela até se ter uma quantia expressiva para se comprar boa parte do imóvel ou a vista, o que é mais seguro.


Por conta disso várias imobiliárias estão em dificuldades e descontos muito expressivos, o que significa queda de preço.


Para quem está com dinheiro no bolso, pode ser uma excelente oportunidade de comprar imóveis.


Especialistas ainda apontam que deverá haver uma queda na taxa de júros até o final do ano. A questão é o timing, ou seja, exatamente quando isso deverá acontecer.


Com a redução das taxas de júros, inflação controlada e preços de imóveis mais competitivos, podemos estar prestes a entrar em uma fase de reaquecimento do mercado imobiliário.

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